Foragido por homicídio de radialista em 2013 é preso em São João da Barra



A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (13) um dos envolvidos no assassinato do radialista Renato Machado Gonçalves, ocorrido em janeiro de 2013, em São João da Barra. O suspeito, J. R. da S., estava foragido desde 2018 e foi capturado no distrito de Atafona, durante diligências da Operação Espoliador.

A prisão foi realizada por agentes da 145ª DP (São João da Barra), que localizaram o foragido por volta das 11h10 na Avenida Ana Augusta Rodrigues, no bairro Carrapicho. Ele não ofereceu resistência e foi conduzido para a delegacia, onde permanece sob custódia, aguardando transferência para o sistema prisional.

O crime

Renato Machado, que era diretor e locutor da rádio comunitária Barra FM, foi morto a tiros na noite de 8 de janeiro de 2013, em frente à própria casa, localizada ao lado da sede da emissora. Ele chegava de uma festa com a esposa e uma sobrinha quando dois homens em uma motocicleta passaram atirando. O radialista foi atingido por pelo menos quatro disparos e chegou a ser socorrido para o Hospital Ferreira Machado, em Campos, mas não resistiu aos ferimentos. A sobrinha, de seis anos, foi atingida de raspão.

O crime teve grande repercussão na mídia local e nacional. Durante as investigações, três suspeitos foram presos: Gilmar Barreiras Ramos Júnior, conhecido como “Cachaça”, apontado como executor; João Roberto da Silva, o “João Pampinha”, suspeito de intermediar a execução; e o empresário Eloy Barcelos de Almeida Lopes, investigado como mandante.

Operação Espoliador

A prisão de J. R. da S. ocorreu no contexto da Operação Espoliador, uma megaoperação da Polícia Civil do Rio de Janeiro para capturar foragidos envolvidos em crimes de roubo, latrocínio e receptação. Até o momento, 345 criminosos foram presos em todo o estado, com a participação de mais de 700 agentes.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população no combate ao crime. Denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp da 145ª DP: (22) 98831-8025. O sigilo é garantido.

Polícia Civil: em defesa de quem precisar.

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